Núcleo de Capital Inovador e Programa de Capacitação ajudam empresários na busca por recursos

Publicado em: 25/08/2010 22:42
por: Centro de InovacaoSem informações de presença

Desde abril, o Centro Internacional de Inovação (C2i), do Sistema Fiep, conta com o Núcleo de Capital Inovador, que atua no monitoramento de oportunidades de fomento para  empresas participantes do programa. Com base em um amplo estudo de cada organização, os consultores do C2i ajudam na elaboração de projetos, no agenciamento para a captação de recursos, na transferência de conhecimento sobre fomentos, na construção de planos de negócios e na representação da indústria e sindicatos junto a FINEP e órgãos de fomento.

 

De acordo com o gestor do Núcleo de Capital Inovador, Wikings Marcelo Machado, o objetivo é auxiliar as empresas paranaenses de todos os portes, e que tenham potencial inovador, a captar estes recursos. “É preciso informar às empresas sobre as linhas de recurso existente para inovação, e sua forma de captação, além de representar as empresas junto a fundos de investimento e órgãos de fomento”.

 

Programa de capacitação - O Sistema FIEP, por meio da Universidade da Indústria (Unindus) e do C2i, promove uma série de eventos com o objetivo de ajudar os empresários paranaenses na busca destes recursos. O programa irá contemplar: palestra de sensibilização - Processos de Inovação, Financiamentos e Edital de Subvenção Econômica 2010; palestra magna sobre o edital de subvenção econômica - realizada pela FINEP; curso de Elaboração de Projeto de Financiamento à Inovação; e balcão final de atendimento para tirar dúvidas.

 

Mais informações sobre os programas acesse www.unindus.org.br ou www.c2i.org.br

FINEP lança edital de R$ 500 milhões para empresas inovadoras

Publicado em: 25/08/2010 22:32
por: Centro de InovacaoSem informações de presença

Regulamento determina que 40% dos recursos deverão ser investidos em micro e pequenas empresas

 

A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), instituto vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) lançou em agosto, o edital nacional de subvenção econômica 2010, no valor de R$ 500 milhões. Os recursos, de natureza não reembolsável, vão apoiar projetos de inovação desenvolvidos por empresas brasileiras em seis áreas estratégicas: tecnologias da informação e comunicação; energia; biotecnologia; saúde, defesa e desenvolvimento social. As empresas interessadas têm até o dia 7 de outubro para preencher o formulário eletrônico, que estará disponível no site da FINEP até o dia 31 de agosto.

 

Poderão concorrer aos recursos, empresas de qualquer porte, individualmente ou em associação com outras empresas. Não será permitido a uma determinada empresa apresentar ou participar de mais de uma proposta por tema. O menor valor a ser solicitado é R$ 500 mil, podendo o financiamento chegar ao valor máximo de R$ 10 milhões. No mínimo, 40% dos recursos serão investidos em micro e pequenas empresas, e, no mínimo 30% deverão atender empresas localizadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

 

A empresa que tiver seu projeto aprovado, também precisará investir recursos próprios no desenvolvimento da pesquisa. Essa contrapartida varia entre 10% e 200% do valor do financiamento, dependendo do porte da empresa. As empresas que tiverem interesse poderão recorrer aos programas de crédito da FINEP para levantar os recursos oferecidos como contrapartida na proposta de subvenção econômica. Esta medida, segundo o diretor da FINEP, Fernando Ribeiro, é uma forma do governo dividir com o empresário o risco da inovação. Daí a exigência da participação financeira da empresa no desenvolvimento da pesquisa apoiada pela subvenção.

 

No julgamento das propostas serão considerados aspectos como, aderência ao tema, grau de inovação, viabilidade técnica e financeira do projeto, impacto no mercado e capacidade técnica da equipe executora.

 

Confira o edital >> 

 

Conheça alguns dos temas que serão apoiados nas seis áreas:

 

Tecnologias da Informação e Comunicação - Projetos de desenvolvimento de circuitos integrados, componentes eletrônicos para displays e dispositivos optoeletrônicos e microeletromecânicos, além de sistemas, software ou hardware, de grande impacto na Copa de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, capazes de alavancar a empresa para o mercado externo, nas áreas de segurança pública, mobilidade urbana e sistemas de e-gov. O edital inclui ainda equipamentos, dispositivos e sistemas inovadores para comunicações de alta velocidade, capazes de impactar de forma significativa a implementação do backbone do Plano Nacional de Banda Larga.

 

Energia - Desenvolvimento de soluções para exploração e desenvolvimento em campos off-shore de petróleo e/ou gás, incluindo modelagem de bacias, imageamento sísmico e aquisição e processamento de dados. Também engloba plantas-piloto para obtenção de etanol de segunda geração a partir de biomassa e algas e sistemas de tração elétrica, baterias e capacitores aplicados a veículos elétricos automotores, inclusive em versão híbrida.

 

Biotecnologia - Inovações em bioprodutos para aplicação em agricultura, plantas geneticamente modificadas destinadas ao controle de pragas e doenças e à adaptação a condições adversas, para culturas industriais; fixação de nitrogênio em gramíneas e leguminosas. Inclui ainda o desenvolvimento de bioprodutos para aplicação nas indústrias farmacêutica e de cosméticos, que utilizem princípios ativos e essências retirados da biodiversidade brasileira, e para diagnóstico rápido de doenças infecciosas, degenerativas e genéticas.

 

Saúde - Desenvolvimento de dispositivos de uso em saúde humana, com ênfase em implantáveis: marcapasso, cardioversor desfibrilador, coclear com gerador elétrico e próteses de quadril e joelho, alem de equipamentos em saúde, com ênfase naqueles destinados a: diagnóstico por imagens; diagnóstico in vitro; hemodiálise e acessórios; amplificação sonora individual; centrífuga refrigerada para bolsa de sangue; freezer / conservador de ultrabaixa temperatura para amostras, sangue e vacinas. Inclui ainda inovações para testes e avaliação da segurança e desempenho de equipamentos elétricos,  em moléculas e processos que contribuam para o desenvolvimento da produção nacional de insumos farmacêuticos ativos e medicamentos para uso no tratamento de doenças infecciosas, degenerativas e genéticas.

 

Defesa - Propostas de soluções integráveis para voo autônomo, incluindo decolagem e pouso automático e sistemas óticos e infravermelho para Veículo Aéreo Não Tripulado. Também inclui sistemas ligados à segurança e controle de navegação; acelerômetros e girômetros para aplicações diversas e materiais para proteção balística individual e de veículos para emprego militar.

 

Desenvolvimento Social - Sistemas de massificação do acesso à internet de banda larga, para atender as políticas públicas de inclusão digital em áreas urbanas e rurais, produtos e processos baseados em tecnologias sustentáveis para: habitação de interesse social, saneamento em processos de tratamento de água e esgoto, de baixo custo de implantação, operação e manutenção. Também apoiará produtos e serviços inovadores que permitam a acessibilidade de pessoas com deficiências, dentro dos princípios do design universal.

ANPEI AMPLIA SUA ATUAÇÃO NO PARANÁ COM INAUGURAÇÃO DO ESCRITÓRIO DE REPRESENTAÇÃO EM CURITIBA

Publicado em: 20/08/2010 12:55
por: Centro de InovacaoSem informações de presença

A Anpei – Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras, com o apoio do Sistema FIEP – Federação das Indústrias do Estado do Paraná, está ampliando sua atuação no Paraná. Nesta quinta-feira, dia 19 de agosto, anuncia, durante o Innovation Day, a inauguração de seu escritório de representação em Curitiba, sob a coordenação de Carlos Sérgio Asinelli, que também é assessor do Centro Internacional de Inovação (C2i) e coordenador de Parcerias Internacionais para Inovação do SENAI/PR.

 

Entre as funções exercidas pelo novo escritório está o atendimento às solicitações dos associados paranaenses e, também, das empresas locais não associadas que pretendem conhecer um pouco mais sobre o trabalho desenvolvido pela entidade, a preparação e planejamento de ações para fomento e desenvolvimento da cultura de inovação no meio empresarial na região, a realização de cursos, workshops e seminários para capacitação profissional, a promoção de visitas técnicas a empresas inovadoras e a divulgação das atividades da associação.

 

De acordo com Carlos Calmanovici, presidente da Anpei, o estado do Paraná e a FIEP estão desenvolvendo um trabalho excepcional para a disseminação da inovação, visando o crescimento da competitividade das empresas da região tanto internamente quanto no exterior. “Para apoiar e fortalecer essas iniciativas e, também, pela parceria estabelecida com a FIEP e com o C2i, escolhemos Curitiba como sede de nosso primeiro escritório de representação regional”, explica.

 

Para Asinelli, a representação da Anpei certamente contribuirá para a consolidação da cultura de inovação na comunidade industrial, fortalecendo a interação com as universidades e os centros de pesquisa e estimulando os processos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação nas empresas. “O Paraná possui uma rede de ótimas universidades públicas federais e estaduais, universidades privadas de alto padrão, centros tecnológicos e de pesquisa, incubadoras, pólos e parques tecnológicos e recentes estudos da FIEP apontaram quais são as áreas de inovação mais promissoras e de menor risco, contribuindo para a disseminação de uma “cultura de inovação” no meio empresarial”, diz.

 

O escritório de representação da Anpei em Curitiba está localizado na sede da FIEP, situado à Av. Comendador Franco, nº 1341.

 

Cursos

Uma das primeiras atividades agendadas pelo escritório é a realização de três cursos com temas relacionados por inovação, em parceria com a UNINDUS – Universidade da Indústria. O primeiro, Organização e Planejamento para Inovação, têm como objetivo passar os conceitos e ferramentas de gestão da inovação para aumentar o potencial inovador das empresas. A data de realização será nos dias 30 e 31 de agosto, na sede da UNINDUS no CIETEP.

 

O segundo curso a ser realizado entre os dias 29 e 30 de setembro será Elaboração de Projetos de Captação de Recursos e o terceiro, marcado nos dias 23 e 24 de novembro, será o Laboratório de Criatividade. Mais informações estão disponíveis nos sites da Anpei (www.anpei.org.br) e da UNINDUS (www.unindus.org.br).

 

Atenção:

Informações complementares sobre o Escritório Anpei no Paraná com Mario Barra (membro da Diretoria) através do telefone (11) 8543-0305.

 

Sobre a Anpei

A Anpei – Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras reúne 150 empresas e entidades, que empregam 20 mil pesquisadores, e faturam cerca de R$ 600 bilhões e investem R$ 10 bilhões em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação por ano. Com sede em São Paulo, a entidade atua junto às instâncias de governo e formadores de opinião, visando elevar a inovação tecnológica à condição de fator estratégico da política econômica e de ciência e tecnologia do Brasil.

 

[FONTE: www.anpei.org.br]

Fortaleza será sede da XI Conferência ANPEI

Publicado em: 13/08/2010 14:24
por: Centro de InovacaoSem informações de presença

A cidade de Fortaleza/CE foi escolhida pela Anpei - Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras como sede da décima primeira edição da sua Conferência anual, um dos mais significativos eventos de debate e fomento à cultura de inovação no País, a ser realizada entre 20 e 22 de junho de 2011. O evento será realizado em parceria com a FIEC – Federação das Indústrias do Estado do Ceará, Fundação Edson de Queiroz e a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Estado do Ceará. A expectativa é reunir cerca de 700 participantes, representantes de toda a cadeia da pesquisa, do desenvolvimento e da inovação, do Brasil e do Exterior.

 

A escolha da capital cearense como local para a Conferência vem ao encontro do tema proposto “Redes de Inovação e Cadeias Produtivas”, uma vez que a realidade da conjuntura econômica cearense vem apresentando nos dois últimos anos uma tendência de crescimento superior ao da média brasileira. A formação de cadeias produtivas está fortemente presente no Ceará e podem ser exemplificadas pelos anúncios recentes de investimentos da indústria da região, como a implantação da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), no complexo industrial do Pecém, a assinatura recente do decreto de criação da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Pecém, somados aos estudos para implantação de pólo petroquímico e de projeto de estaleiro na região.

 

Com essa movimentação dos investimentos das empresas para o Estado, a difusão da cultura de inovação será um ponto estratégico para a competitividade na indústria e um fator propulsor para o desenvolvimento econômico da região e, por conseqüência, do País. Além do que, a Anpei terá a oportunidade de mostrar ao Estado e, também a toda região Nordeste, que existem outras potencialidades a serem exploradas por meio da inovação tecnológica e do desenvolvimento de cadeias produtivas e agregação de valor aos produtos.

 

Outros motivos que levaram a escolha de Fortaleza foram os apoios locais recebidos para sua realização e a infra-estrutura hoteleira e turística.

 

Redes de Inovação e Cadeias Produtivas

 

Uma das principais características da Conferência Anpei de Inovação Tecnológica é debater os assuntos mais atuais em termos de inovação, até mesmo, antecipando possíveis tendências no segmento. O tema escolhido para a 11ª edição, “Redes de Inovação e Cadeias Produtivas”, vem gerando uma série de discussões entre os gestores de inovação do Brasil e do exterior, uma vez que a competitividade de um produto inovador em um mercado depende de um conjunto de redes integradas e organizadas, que se inicia no fornecimento da matéria-prima, passando pela linha de produção até a distribuição para seu consumidor. Dentro desse conceito, o produto e seu conteúdo inovador é o resultado de uma Cadeia Produtiva.

 

Isso mostra que os investimentos em inovação e melhoria da competitividade abrangem todo o sistema produtivo como premissa para ser consistente e sustentável, em bases local e regional, exigindo reflexão e avaliação sobre as dinâmicas industriais contemporâneas e sobre o envolvimento e desenvolvimento e inovações tecnológicas específicas para o progresso das empresas, do parque produtivo e do progresso social da região.

 

No caso do Nordeste, o tema irá propor uma extensa reflexão, por parte do empresariado, do governo federal, estadual e municipal e das instituições de pesquisa científica, sobre as reais vantagens oferecidas para o desenvolvimento de um complexo industrial moderno, competitivo e inovador e as necessidades de adoção de políticas de inovação para alcance de elevados patamares de competitividade.

 

Edições anteriores

 

A X Conferência Anpei foi realizada em abril último, em Curitiba, reunindo 818 participantes, de várias regiões brasileiras e do Exterior, em sua maioria formada por empresários, além de acadêmicos, representantes da esfera governamental em níveis federal, estadual e municipal e entidades ligadas à pesquisa, desenvolvimento e inovação. Na ocasião, foram apresentados 55 casos de sucesso de empresas e instituições de pesquisa e uma série de palestras ministradas por renomados especialistas brasileiros e estrangeiros do setor, entre eles, o professor de administração da Universidade de Cornell (EUA), Stuart L. Hart, uma das maiores autoridades mundiais no efeito das estratégias empresariais sobre o meio ambiente e pobreza e autor do artigo que se tornou famoso, em 2002, “A Fortuna na Parte Inferior da Pirâmide”, obra que promoveu as primeiras articulações de como as empresas poderiam atender lucrativamente as necessidades de 4 bilhões de pobres do mundo e as autoras do livro “The Future of Innovation”, Bettina Von Stamm e Anna Trifilova.

 

O grande destaque da décima edição do evento ficou por conta da elaboração de um documento que foi apresentado durante a IV CNCTI - Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI), evento coordenado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), para a elaboração da Política de Ciência Tecnologia e Inovação para o próximo governo. O documento responde à questão chave para a evolução do setor no País: “O que é necessário para que o setor privado seja definitivamente o protagonista principal do desenvolvimento sustentável no Brasil através da inovação?”.

 

Em 2009, a Conferência Anpei foi realizada em Porto Alegre/RS e, em 2008, em Belo Horizonte/MG. Em 2007, ocorreu em Salvador/BA.

 

Sobre a Anpei

 

A Anpei – Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras reúne 150 empresas e entidades, que empregam 20 mil pesquisadores, detém faturamento de R$ 600 bilhões e investem R$ 10 bilhões em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. Com sede em São Paulo, a entidade atua junto às instâncias de governo e formadores de opinião, visando elevar a inovação tecnológica à condição de fator estratégico da política econômica e de ciência e tecnologia do Brasil.

 

[FONTE: www.anpei.org.br]

Núcleo de Capital Inovador é apresentado para investidores da Califórnia

Publicado em: 30/07/2010 11:26
por: Centro de InovacaoSem informações de presença
Representante do C2i acompanhou empresários paranaenses no primeiro encontro do programa GAP
 

O Núcleo de Capital Inovador, do Centro Internacional de Inovação (C2i), participou da abertura do Global Access Program - GAP 2010, realizado entre os dias 22 e 24 de julho, na Universidade da Califórnia (UCLA), nos EUA.

 

O GAP é um programa de MBA da UCLA, que está no 13º ano e que tem como objetivo a internacionalização de empresas em diversos países. Atualmente o programa atende mais de 300 empresas em 17 países. O Brasil participa pela primeira vez com três empresas paranaenses indicadas pelo C2i. São elas: Milênia Agrociência, Angelus Ciência e Tecnologia, e a Canova do Brasil.

 

Como funciona - O programa de MBA Global Access Program (GAP), da Universidade da Califórnia (UCLA), foi reconhecido em 2007 como o melhor MBA dos EUA pela revista Business Week. Para participar do curso, os alunos precisam ter vivência mínima de oito anos no mercado corporativo e trabalhar em período integral. O programa consiste, além da parte teórica, na adoção real de empresas ao redor do mundo para a elaboração de um plano de internacionalização destas empresas. Estes alunos devem finalizar este plano num período de 6 a 7 meses e, entre as diversas atividades que compõe o programa, está a análise de mercado para avaliação de viabilidade. Em alguns casos, as empresas podem receber um feedback negativo quanto a abertura de mercado externo.

 

Parceria com o Sistema Fiep

 

Para participar do programa, a empresa precisa atender uma série de quesitos e estar ligada a um parceiro da Universidade da Califórnia. No Brasil, a parceria foi feita apenas com o Sistema Fiep, por meio do Centro Internacional de Inovação (C2i). Além da indicação das empresas, a Fiep subsidia parte dos cerca de US$ 15 mil que cada empresa precisa investir para participar do programa.

 

Durante a apresentação das empresas e seus respectivos consultores, na sede da Universidade, em Los Angeles (EUA), o gestor do Núcleo de Capital Inovador do C2i, Wikings Marcelo Machado, aproveitou para expor as atividades do Núcleo e os objetivos de incentivo à captação de recursos para empresas inovadoras do estado do Paraná. De acordo com Winkings, o evento foi uma excelente oportunidade para discutir a continuidade da parceria e a possibilidade de ampliar o número de empresas participantes. "O Paraná tem um grande número de empresas inovadoras e bem estruturadas. O estado tem potencial para incluir mais empresas no programa", afirma.

 

Em alguns países, como Reino Unido e Finlândia, o programa é feito em parceria com o governo. "A Itália já enviou 50 empresas, e a Finlândia, somente este ano, enviou 14 empresas. Nosso objetivo é atingir estes números", finaliza Wikings.

 

[FONTE: www.c2i.org.br ]

Brasil tem R$ 17,6 bi para empresas inovadoras

Publicado em: 28/07/2010 19:00
por: Centro de InovacaoSem informações de presença

Recursos para inovação existem, mas ainda priorizam as grandes empresas

 

Captar recursos para investir em Pesquisa & Desenvolvimento para a Inovação (P&D&I) não é uma tarefa fácil. De acordo com dados da Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity - ABVCAP, o Brasil conta, atualmente, com cerca de 10 bilhões de dólares, cerca de R$ 17,6 bi, disponíveis para o incentivo de projetos inovadores. O problema é que, segundo especialistas, este dinheiro não chega às mãos de empresas nascentes ou das micro e pequenas empresas (MPE’s) por falta de conhecimento dos caminhos ou da existência destes recursos.

 

Pensando em contribuir com a melhoria deste cenário, o Sistema Fiep, por meio do Centro Internacional de Inovação (C2i), criou o Núcleo de Capital Inovador. De acordo com o gestor deste núcleo, Wikings Marcelo Machado, o objetivo é auxiliar as empresas paranaenses de todos os portes, e que tenham potencial inovador, a captar estes recursos. “É preciso informar às empresas sobre as linhas de recurso existente para inovação, e sua forma de captação, além de representar as empresas junto a fundos de investimento e órgãos de fomento”.

 

Como funciona – Criado há pouco mais de um mês, o Núcleo de Capital Inovador atua no monitoramento de oportunidades de fomento para cada tipo de negócio inovador das empresas participantes do programa. Com base em um amplo estudo de cada organização, os consultores do C2i ajudam na elaboração de projetos e no agenciamento para a captação de recursos, na transferência de conhecimento sobre fomentos, na construção de planos de negócios para apresentar aos possíveis investidores e na representação da indústria e sindicatos junto aos órgãos de fomento.

 

Os recursos disponíveis para fomentar a inovação no Brasil provêm de linhas de crédito de instituições públicas como FINEP, BNDES, BID, CNPq e leis de incentivo, e também de fundos de investimentos privados, com linhas como Capital Semente, Private Equity, Venture Capital e IPO. Somente a FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, dispõe de R$ 2 bilhão para fomentar a inovação no Brasil.

 

Vale do Silício - EUA

 

Um bom exemplo de comportamento investidor para a inovação vem do Vale do Silício, no estado da Califórnia, EUA. A região, povoada por empresas, foi criada nos anos 1950 com o objetivo de criar inovações científicas e tecnológicas. A ideia contou com o total apoio de investidores “pessoa física”, chamadas de “investidores anjos”. Pessoas que não são, obrigatoriamente, empresários, mas que apostam em inovações por que acreditam que serão rentáveis. “Nos EUA as pessoas investem em empresas inovadoras com muito mais facilidade, mesmo que estas empresas ainda não passem de uma ideia.”, comenta Wikings Machado ao comparar o comportamento do investidor brasileiro. “No Brasil, o investimento em empresas nascentes por meio de investidores anjo e fundos de capital semente ainda é algo incipiente e que tem muito a evoluir”.

 

Um dos diferenciais do Núcleo de Capital Inovador do C2i é o auxilio as empresas paranaenses de pequeno e médio porte na elaboração de planos de negócios. Segundo Wikings, os jovens empreendedores brasileiros têm dificuldade ou não sabem como construir este tipo de planejamento, o que afeta a aproximação aos investidores. “Nos EUA, um aluno do primeiro ano de engenharia já sabe montar um bom plano de negócio”.

 

Mesmo com algumas dificuldades enfrentadas em processos de captação de recursos, o Brasil, e mais especificamente, o estado do Paraná é referência em inovação. Empresas de diversos segmentos têm buscado, cada vez mais, auxilio para facilitar o caminho da Pesquisa & Desenvolvimento em Inovação (P&D&I). Desde que o Núcleo foi criado, doze empresas paranaenses já foram atendidas. “Isso mostra que o Paraná tem um grande potencial inovador e que conta com empreendedores preocupados em investir em P&D&I”.

 

O Núcleo de Capital Inovador do C2i irá promover uma série de palestras de sensibilização, além de cursos voltados ao entendimento de fomentos e inovação em todo o estado. As empresas interessadas em participar ou obter mais informações, podem entrar em contato com o gestor do Núcleo pelo e-mail wikings.machado@pr.senai.br ou pelo telefone (41) 3271-7811.

Prêmio Finep de Inovação 2010

Publicado em: 27/07/2010 16:01
por: Nicolas Santos SberseSem informações de presença

Até 31 de agosto estão abertas as inscrições do Prêmio Finep que reconhece empresas e inventores. O prêmio está dividido em quatro categorias: Empresa, Inventor inovador, Instituição tecnológica e Tecnologia social. As premiações, que serão subvenções econômicas (investimento sem reembolso), vão de R$ 120 mil a R$ 1 milhão dependendo da categoria na etapa regional. O vencedor de cada categoria ainda poderá concorrer aos prêmios da etapa nacional. A etapa regional sul tem a coordenação de comunicação do Sistema Federação das Indústrias do Paraná – Fiep. Confira o regulamento e faça sua inscrição.

Paraná aprova maior número de projetos inovadores em edital nacional

Publicado em: 27/07/2010 12:26
por: Centro de InovacaoSem informações de presença

Estado aprovou 12 propostas no Edital Sesi/Senai Inovação 2010.

 

O Paraná aprovou, pelo segundo ano consecutivo, o maior número de projetos no Edital Senai/Sesi Inovação 2010. Das 77 propostas aprovadas de todo o Brasil, 12 foram elaboradas por empresas paranaenses em parceria com o Sesi e o Senai Paraná. O resultado foi divulgado em julho, pelo Departamento Nacional do Senai. Os trabalhos apresentam inovações em produtos, processos, serviços e tecnologias sociais.

 

Iniciativa do Senai e Sesi Nacional, o Edital visa apoiar e incentivar projetos inovadores propostos pelas indústrias, em parceria com as entidades. O objetivo é tirar do papel ideias que contribuam com o desenvolvimento da indústria local. Neste Edital, as duas entidades vão direcionar cerca de R$ 17 milhões para o custeio dos trabalhos.

 

Em 2010, o Paraná submeteu 28 propostas. Das aprovadas, oito são com o apoio do Senai e quatro com a parceria do Sesi. Há projetos de diversas cidades do Estado, como Londrina, Maringá, São José dos Pinhais, Foz do Iguaçu, Pato Branco, Arapongas e Curitiba.

 

De acordo com o diretor regional do Senai Paraná, João Barreto Lopes, o resultado reflete todo o trabalho realizado em conjunto com as indústrias. "Trabalhamos com eco na indústria. Nós ouvimos cada setor e transformamos as necessidades e os anseios em aplicação direta e imediata", avaliou Barreto.

 

Contemplados - As empresas com projetos em parceria com o Senai Paraná são a Tecverde Engenharia, Oficina de Sorvete,  Indústria de Alimentos Apetitosos,  Hidrometalurgia ZM,  Alcast do Brasil,  Ldgames Produtora de Software, RJU Comércio e Beneficiamento de Frutas e Verduras e Gustavo Augusto Serpa Rocha.

 

O Sesi participa do Edital de Inovação pelo segundo ano. A instituição foi incluída para fomentar projetos de inovação social entre as empresas. No Paraná, o Sesi tem como parceiras, nos quatro projetos aprovados, as indústrias Pennacchi & Cia, Vale do Ivaí, Tecnokena Audiovisual e Multimídia e Caemmun Indústria e Comércio de Móveis.

 

Segundo o diretor superintendente do Sesi Paraná, José Antonio Fares, o bom desempenho do Paraná mostra que as lideranças do Sistema Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) estão sensibilizadas e estimulam a inovação no ambiente de trabalho e nas indústrias. "A inovação está bem desenvolvida. Temos um ambiente de trabalho voltado para a melhoria continua. Inovar está dentro dos processos desenvolvidos pelo Sesi", diz Fares.

 

Os projetos devem começar a ser desenvolvidos em outubro deste ano. A execução será monitorada pelos departamentos nacionais das duas entidades.

 

Paraná: destaque em inovação

 

Além de estar à frente de todos os estados brasileiros no número de aprovações de projetos no Edital de Inovação por dois anos seguidos, o Paraná também é destaque no teor das ideias que propõe. No ano passado, o projeto mais pontuado no Edital foi paranaense. O trabalho "Brazilian Berries", feito pelo Senai Paraná em parceria com a empresa Samalou - Comércio de Frutas Finas, de Palmas, obteve 838,5 pontos - a maior nota de um projeto já registrada na história do Edital.

 

Outro case de sucesso do Paraná é o projeto "Massa Ultracongelada para Bolo Inglês", proposta em 2007 pelo Senai e pela El Shadai, indústria de alimentos de Chopinzinho, no Sudoeste do Paraná. A ideia, que já se tornou produto e é comercializada em diversas partes do País, consiste em uma receita caseira que diminui os custos de produção e aumenta a validade das massas para bolo.

Fundação Araucária investirá R$ 900 mil em dois novos editais

Publicado em: 13/07/2010 17:44
por: Nicolas Santos SberseSem informações de presença

A Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Paraná aportará R$ 900 mil para dois novos editais que serão lançados até o fim desse mês.

 

O presidente da instituição, Zeferino Perin, participou de uma reunião em Brasília (DF), na semana passada, para apreciar os editais e regulamentos dos programas "Redes de Pesquisa Nacional em Sustentabilidade e Agrobiodiversidade da Agropecuária - Repensa-Brasil" e "Sistema Nacional de Pesquisa em Biodiversidade Sisbiota- Brasil".

 

Os programas terão como parceiros o MCT, o CNPq, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e as Fundações de Amparo à Pesquisa de todo o país.

 

Para o Repensa-Brasil, a fundação destinará R$ 500 mil. O objetivo é estabelecer ações de cooperação entre as instituições envolvidas para a implantação de redes de pesquisas interregionais e interdisciplinares em sustentabilidade e agrobiodiversidade da agropecuária brasileira.

 

Já para o Sisbiota-Brasil, a Fundação Araucária contribuirá com R$ 400 mil no intuito de ampliar o conhecimento e o entendimento a respeito da biodiversidade nacional e melhorar a capacidade de previsão em relação às mudanças globais.

 

A Fundação Araucária é uma instituição associada à ABIPTI.

 

Para conhecer as ações da Fundação Araucária acesse o site http://www.fundacaoaraucaria.org.br/.

 

[FONTE: Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Paraná]

Fiep assina acordo de continuidade ao Seed Fórum no Paraná

Publicado em: 23/06/2010 19:08
por: Centro de InovacaoSem informações de presença

Instituição vai realizar eventos de encontro de empreendedores e investidores seguindo modelo da Finep

 

O Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) firmaram nesta quarta-feira (23) um termo de cooperação para que o estado tenha eventos anuais para aproximar empreendedores de investidores de capital de risco. O acordo foi assinado na abertura do 7º Seed Forum, um encontro no qual 12 empresas inovadoras do Paraná tiveram a oportunidade de apresentar seus projetos a investidores, e que foi organizado pela Finep, com apoio do Sistema Fiep, por meio do Centro Internacional de Inovação (C2i).

 

“A Fiep assumiu o compromisso de realizar os próximos Seed Foruns no Paraná”, explicou a coordenadora de Fomento da Fiep, Andrezza Oikawa Rocha. Segundo a superintendente da Área de Investimento da Finep, Patrícia Freitas, o evento desta quarta-feira serviu como um modelo para ser seguido nos próximos anos. “Passamos a metodologia da organização e agora vamos aparecer mais como convidados da Fiep nos próximos encontros desse tipo”, explicou.

 

O Seed Forum permite que empreendedores com bons planos de negócios apresentem para investidores, como fundos de investimentos, companhias e pessoas físicas, sua necessidade de capital para tocar adiante os projetos. Após a apresentação, aparecem as primeiras conversas para viabilizar os aportes de recursos. Cerca de 20 investidores assistiram às apresentações das 12 empresas selecionadas em um processo que começou com 40 interessados e incluiu oito semanas de treinamento aos projetos escolhidos.

 

“É essencial promover esse encontro entre quem tem um projeto crível de negócio e o investidor com vocação para se associar a uma iniciativa que envolve risco. Esses dois atores se completam”, disse o presidente do Sistema Fiep, Rodrigo da Rocha Loures, na abertura do evento. “Na Fiep, damos atenção especial ao desafio de promover a formação de fundos para a inovação por meio do Centro Internacional de Inovação, o C2i”, completou.

 

Os 12 negócios selecionados para o Seed Forum atuam em diversos setores, como tecnologia da informação, mídia, biotecnologia, equipamentos médicos e energia. Alguns empreendimentos têm vários anos de experiência e agora buscam viabilizar um salto no seu ritmo de crescimento. É o caso da ER-BR, uma empresa especializada na produção de geradores a gás e que vem apostando na expansão da demanda por fontes de energia renovável. “Estamos há dez anos no mercado e fomos os primeiros a transformar motores diesel para utilizar gás”, contou Adirlei Rodrigues de Oliveira, diretor presidente da empresa, que busca R$ 3,5 milhões para consolidar sua posição no mercado de geradores.

 

Os investidores também encontraram empreendimentos bastante novos, mas com planos de crescer de forma acelerada. A curitibana Iluflex desenvolve equipamentos para automatizar a iluminação de ambientes. Aberta em 2007, ela ingressou na Incubadora Tecnológica de Curitiba (Intec), em 2009, e já colocou no mercado um sistema sem fio para controlar a intensidade e distribuição da iluminação. “Temos um produto simples, fácil de ser instalado, que não exige quebrar paredes”, descreveu Ricardo Trauer, diretor da empresa. Com um aporte de R$ 1,5 milhão, que seria direcionado para incrementar o marketing e a força de vendas, a Iluflex espera que seu faturamento passe de pouco menos dos R$ 2 milhões projetados para 2011, para R$ 14 milhões em 2015.

 

Um dos projetos com maior necessidade de recursos é o da empresa Saubern. Fundada em 2002 em Campo Mourão, o empreendimento se firmou ao ser a primeira a lançar uma reprocessadora automática de filtros de hemodiálise, projeto que lhe rendeu o prêmio Finep de Inovação Tecnológica em 2006. Agora, ela precisa de R$ 4,5 milhões para viabilizar um projeto de produzir no país uma máquina de hemodiálise – hoje, todos os equipamentos são importados. Também tem planos de produzir os filtros no país. “Desenvolvemos a máquina com apoio da Finep e parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e o Hospital Sírio Libanês”, contou Francisco Reigota, diretor geral da empresa.

 

Financiamento – O Seed Forum é voltado para investidores do chamado “capital semente”, geralmente fundos especializados em fazer aportes em pequenas empresas com planos de negócios bem estruturados e alguma experiência de mercado. É uma categoria de capital de risco – forma de financiamento que ainda tem pouca tradição no Brasil. “O capital de risco vai ser a fonte mais importante para a inovação no futuro, como ocorre em outros países”, afirmou Gina Paladino, superintendente da Área de Subvenção da Finep, em um painel sobre o tema.

 

Segundo ela, só o capital de risco tem condições de alavancar uma empresa como um todo, e não apenas um projeto. “O investidor quer saber do plano de negócios inteiro e aposta que a empresa é boa”, explicou. O sistema é diferente de uma subvenção, que geralmente financia apenas um projeto – como o desenvolvimento de um produto. Além disso, os empresários têm à disposição outras duas fontes: crédito tradicional, que tem a desvantagem de incorporar as altas taxas de juros do Brasil, e os incentivos fiscais, que servem mais como redução de custos para empreender.

 

A busca por fontes de capital inovador é uma das linhas de atuação do C2i, dentro do Sistema Fiep. “Por isso ficamos contentes em viabilizar a realização do Seed Forum de maneira contínua”, disse o diretor do Centro, Ronald Dauscha. O C2i oferece um portal com informações sobre inovação, um centro físico com a presença de diversos parceiros, e um programa de inovação que leva ferramentas para as empresas interessadas.

 

 

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