Inovar? Por Onde Começar?

Em vários setores da sociedade, a inovação vem sendo difundida como elemento essencial para a sobrevivência das organizações no mercado atual. Porém, a questão que surge é: “E agora, por onde eu começo para inovar?”.

 

O primeiro passo é criar um ambiente propício à inovação dentro de sua organização. Afinal, de nada adianta uma gerência preocupada em inovar se toda a corporação vive em um espaço que não incentive tais práticas. Alguns pontos são essenciais para a criação de uma cultura de inovação:

 

• Incentive a colaboração entre todos dentro da corporação;

• Promova iniciativas de reconhecimento àqueles que contribuem com a implementação de novas práticas e que prezam pela colaboração;

• Diminua ao máximo as hierarquias e as barreiras de comunicação entre os departamentos;

• Evite o excesso de políticas e regulamentos, pois isso freia a inovação. 

 

Quem será o responsável?

 

Uma vez desenvolvido o ambiente propício à inovação, o papel da alta gerência será vital para que os resultados realmente comecem a surgir. Os tomadores de decisão devem patrocinar, analisar e incentivar novas ideias e práticas, sejam elas oriundas do chão de fábrica ou da própria gerência. Ou seja, todos são atores atuantes do processo.

 

Outro papel da gerência é zelar para que os times trabalhem sempre de forma integrada, com ampla colaboração entre si e sem barreiras e restrições de comunicação. Além disso, fazer com que todo funcionário possa ter livre acesso à alta gerência estimula o surgimento de novas ideias e aumenta a motivação da equipe.

 

Viabilizando a inovação

 

Um dos maiores desafios dos gestores ao implantar um processo de inovação é com relação ao investimento necessário. Sua viabilização, porém, não é mais uma tarefa tão complexa. O Governo conta atualmente com uma série de iniciativas de fomento à inovação, assim como recursos disponíveis do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Buscar esses e outros parceiros é sempre importante.

 

Já internamente é preciso encarar o processo de inovação como uma iniciativa de diferentes etapas de aprendizado e investimento. Assim, os gastos devem ser mensurados a partir de métricas ligadas a todo o planejamento da inovação.

 

Firme parcerias

 

Na era da colaboração, na qual vivemos atualmente, com a difusão cada vez maior de conceitos de comunidades de prática e o compartilhamento de conhecimento via internet, a troca de informações se torna essencial para inovar. A inovação não mais se dá entre quatro paredes, mas sim por meio de um processo de colaboração com atores de diferentes áreas.

 

Assim, ter uma cultura voltada à troca de conhecimento com fornecedores, universidades, laboratórios, indústrias, empresas e demais organizações é cada vez mais importante. Por meio desta troca de conhecimento com atores dos mais diferentes ramos é possível inovar no seu setor de uma maneira que você não imaginaria sozinho.

 

 

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